sexta-feira, 11 de maio de 2012

Primeira oficina-atividade 2012


Iniciam-se as atividades de oficinas em 2012, agora com uma nova turma de segundo ano da alfabetização. Continuamos a parceria com a professora titular Daiane dos Santos, aperfeiçoando as oficinas realizadas no ano anterior.

Para esta primeira proposta de atividade se pensou em algo muito próximo das crianças, então foi a oportunidade de refazer o Jogo do Envelope, que utiliza a escrita dos nomes das crianças.

Iniciamos com duas dinâmicas, para desinibir as crianças e para reconhecimento dos colegas e por último o jogo.

1°) NOME DO TAPA: formando uma grande circunferência as crianças deveriam esticar uma das palmas das mão. Um aluno era escolhido e ficava no meio. A professora, então dizia o nome de uma das crianças e o colega do centro tinha que encontra-la e bater na mão desde colega. Para esta criança com a palma da mão esticada não ir para o centro da circunferência tinha que, muito rápido, falar o nome de outro colega. E assim, até a criança conseguir bater na mão de um colega, acertando seu objetivo.

2°) QUEM MUDOU? Com as crianças sentadas formando uma circunferência, um aluno era escolhido a se retirar da sala. Enquanto isso trocava-se as crianças de lugar. E o escolhido, que estava na rua, entrava e tentava descobrir quem mudou de lugar. Depois de algumas rodadas a regra era descobrir o que tinha de diferente- com quem ou qual objeto- não estava na roda antes.

3°) JOGO DO ENVELOPE: haviam fichas individuais com a escrita do nome de todas as crianças da turma e um envelope que tapava esta escrita. Em cada rodada era escolhida uma ficha e era mostrada a letra inicial da palavra. A turma então devia dizer quais os colegas possíveis para a escrita daquele nome; depois eu ia perguntando e mostrava a outra letra, formando a sílaba; assim até “descobrirem” o nome do colega que estava no envelope.

Por fim, registramos no caderno o número de letras que precisava para escrever o nome de determinado colega, assim como escrever o nome de colegas que começavam com tal letra.

Todos da turma participaram, uns com mais vergonha e outros não, mas se percebe que todos esforçam-se para tentar ler as sílabas, para formar as palavras. Ainda estão bem no começo de reconhecer as letras e hipóteses de sons das sílabas, mas com vontade de aprender.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Aprendendo com a teoria


Em vários leituras realizadas para a escrita do artigo do PIBID, me deparei com as teorias da aprendizagem de André Giordan, no livro Aprender.
Faço a seguir um recorte de questões relevantes sobre o assunto:

Afirma Giordan (1998), que há alguns anos o aprender é estudado por diversos autores. Esses autores referem a partir de seus estudos três pequenos passos para explicar os processos de aprendizagem. O primeiro descreve o aprender como sendo um simples mecanismo de registro, a aquisição de um saber é considerado o fruto direto de uma transmissão. O segundo trata de condicionamento, a aprendizagem é favorecida por recompensas ou pontuada de punições, onde o aprendiz acaba por adotar um comportamento que lhe evita problemas. E o terceiro passo é a pedagogia da construção, onde os interesses naturais e as necessidades espontâneas dos indivíduos se acentuam a novas descobertas autônomas. Pensando nesse terceiro passo, que as oficinas realizadas com a turma foram desenvolvidas, procurei sempre trabalhar com a realidade das crianças, ampliando seus conhecimentos e provocando ainda mais a vontade de escrever. 
Giordan (1998) aponta que não existe uma só maneira de aprender, tudo depende da aprendizagem a realizar. E aquele que aprende faz por si próprio através daquilo que ele é e através daquilo que ele sabe. Por este motivo, ser professor e encontrar o tal caminho que leva a conhecer por onde cada aluno aprende é um grande desafio. Trabalhar com crianças em período de alfabetização pode ser ainda mais desafiador, pois leva o professor a caminhar por diversos lugares tendo que pular obstáculos e aprendendo com os erros cometidos durante a jornada.

E foi com esta teoria que as atividades da oficina de Alfabetização do ano passado (2011) foram realizadas e com o mesmo propósito as deste ano estão sendo criadas para a intervenção em sala de aula.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

BRINQUEDOS NA ESCOLA

 No último dia letivo a escola proporcionou a todas as crianças dos anos iniciais uma tarde diferente com brinquedos – cama elástica, piscina de bolinhas – algodão doce e ainda tatuagens.

Como Pibidiana tive a oportunidade de acompanha-los nos brinquedos e de me despedir das crianças da turma que foram.

Com certeza todos se divertiram bastante brincando!!!




CONFRATERNIZAÇÃO

No dia 16 de dezembro foi realizada a festa de despedida do ano.


Foi feita uma confraternização das 23 e 22, onde cada criança devia levar um quitute. Além disso, durante a festa teve música e brincadeiras de estátua, dança da cadeira e entrega do DVD produzido pela titular com as fotos das atividades realizadas no ano. As crianças estão felizes de entrarem de férias e fica evidente a alegria nos olhos da turma de terem crescido e passado esse tempo juntos brincando e aprendendo muito!

CINEMA


Nesta última semana de aula fomos conhecer o cinema da nossa cidade e assistirmos ao filme “Carros 2”. A turma adorou andar de ônibus e iam se localizando na cidade. O filme é cheio de ação todos assistiram com atenção.


OFICINA 19

A atividade de hoje foi inspirada no Programa Caldeirão do Huck, onde há uma brincadeira chamada SOLETRANDO.


O jogo foi confeccionado pelas crianças da seguinte maneira:


1)      Cada criança escolhia duas palavras para escrever;


2)      Recortavam de revistas as letras que precisavam para a escrita correta da palavra e colavam em um pedacinho de cartolina, formando as cartelas do jogo;


Durante isso, eles iam se ajudando, trocando letras, corrigindo a escrita do colega, emprestando cola e tesoura, procurando até palavras “prontas”. E pensaram em palavras bem diferentes - não havia regra para esta escolha eles só não podiam esquecer nenhuma letra – cola, iguana, globo, máscara, bolo, riqueza e várias outras.




Depois das cartelas devidamente prontas, arrumamos as classes para formar um auditório e de dois em dois eu chamava para o desafio. E assim como no programa, não era possível colar dos cartazes, ninguém podia soprar a resposta e eram dois jogadores por rodada.


As crianças sentavam uma na frente da outra, eu sorteava de dentro do envelope duas palavras quaisquer e lia para uma delas. Então, essa pessoa devia soletrar as letras que eram preciso para a escrita certa da palavra. Depois a turma dizia se estava certo ou não. Se uma criança errasse a palavra estava desclassificada, mas se acertasse continuava e a rodada durava no máximo três palavras por dupla.


Eles ficaram eufóricos, todos queriam brincar ao mesmo tempo e gritavam muito quando o colega soletrava a palavra corretamente. Um jogava com o outro, mas não existia rivalidade, todos queriam participar, não riram das pessoas que não conseguiram naquele momento, o importante era brincar. Não queriam parar de jogar, então o jogo ficou na sala de aula para que eles pudessem usufruir quando possível.



terça-feira, 6 de dezembro de 2011

OFICINA 18





O jogo da oficina de hoje, teve como objetivo o registro da escrita correta de palavras e ainda pensar em palavras diversas.

 O jogo era BINGO, para isso cada criança recebeu uma cartelinha com seis quadrados em branco e devia escrever ali seis palavras que iniciassem com letras diferentes. Ainda receberam uma tirinha de papel que deveriam cortar em seis pedaços para servir como marcadores. A turma escolheu palavras diferentes, mas de escrita simples, apenas uma das crianças quis escrever bullying, porque sabe que sua mãe (uma professora) está trabalhando esse assunto com seus alunos.

Antes de iniciar o jogo conversamos sobre perder e ganhar e eles me disseram que a professora titular já tinha contado para eles “que às vezes a gente ganha e em outras perde, por isso o nome da brincadeira era jogo”. E então, começamos a brincar, eu sorteava uma letra do alfabeto móvel e quem tinha na sua cartela uma palavra que iniciasse com a respectiva letra marcava e ia assim até completar todas as palavras. Nesse momento tinha que dizer bingo e juntos conferíamos se o colega havia marcado tudo certo para ganhar seu brinde. Os brindes foram balões, tictac de cabelo, cola, lápis, régua, giz de cera, piranha, pulseira. E eles se divertiram muito, não queriam mais parar de jogar. A cada rodada havia uma regra, por exemplo, trocamos de cartela com o colega da direita, depois com o de trás, depois com o da esquerda e nessas rodadas ganhavam quem tinha marcado todas as palavras e ainda o dono da cartela que tinha trocado. Também numa rodada, só podia marcar as três palavras de cima da cartela e assim brincamos por muito tempo e eles curtiram bastante prestando muita atenção.

Depois registramos no caderno quantas palavras havíamos escrito, se tínhamos ganhados ou não brinde e o que.

A turma é maravilhosa e faz competição sem problemas.